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A busca pela equidade racial no mercado de trabalho 

A equidade racial no mercado de trabalho é um tema que vem ganhando espaço nos últimos anos. Por mais que pessoas pretas e pardas estão passando a ocupar mais cargos de relevância, a discriminação velada no ambiente de trabalho, a subutilização e a falta de repesentativade em grandes cargos  mostram  os desafios em busca dessa equidade.

Papel das empresas


Uma pesquisa divulgada pelo IBGE em 2025 revelou que 24,6% da mão de obra de mulheres é subutilizada, enquanto para homens negros esse valor é de 15,4%. Estas estatísticas do IBGE apontaram que apenas 29,5% dos cargos de gestores e líderes são ocupados por pessoas pretas ou pardas. 

As empresas têm como metas desenvolver programas de recrutamento, políticas antidiscriminatórias e promover um ambiente de trabalho inclusivo. O mundo corporativo precisa possuir como objetivo ter pautas raciais como prioritárias e, assim, desenvolver estratégias e políticas que sejam colocadas em prática nas corporações. 

A equidade precisa se tornar pauta diária para corrigir as disparidades salariais, promover cargos de relevância para pessoas pretas e pardas e implementar medidas que visem a garantia de um ambiente seguro. 

Expectativas para alcançar a equidade racial


Mesmo com os esforços públicos e privados, alcançar a equidade racial no Brasil parece um futuro distante. Um estudo realizado em 2023 pelo Instituto Identidades do Brasil, uma organização sem fins lucrativos, evidencia as desigualdades no mercado de trabalho e prevê uma equidade racial por volta de 2190. Políticas inclusivas são uma das propostas do estudo visando impulsionar o crescimento econômico e a prosperidade para toda a sociedade. Esse estudo deixa claro a urgência de intensificar esforços para eliminar essa disparidade no mercado de trabalho.

Essa análise foi desenvolvida através de métodos econômicos e matemáticos com o intuito de prever quando a igualdade social poderá ser alcançada. A junção de técnicas qualitativas e quantitativas, e dados de vários institutos como Censo Demográfico, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e Instituto Brasiliero de Geografia e Estatísticas (IBGE) foram fundamentais para analisar a dinâmica do mercado de trabalho e propor medidas públicas e privadas para antecipar a igualdade racial.

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